{"id":25906,"date":"2018-08-24T18:58:14","date_gmt":"2018-08-24T21:58:14","guid":{"rendered":"https:\/\/projetoslayerup.com.br\/layerup\/?p=25906"},"modified":"2022-06-08T16:12:02","modified_gmt":"2022-06-08T19:12:02","slug":"mulheres-programadoras-por-que-o-mercado-ainda-e-tao-fechado-para-elas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/projetoslayerup.com.br\/layerup\/mulheres-programadoras-por-que-o-mercado-ainda-e-tao-fechado-para-elas\/","title":{"rendered":"Mulheres programadoras: por que o mercado ainda \u00e9 t\u00e3o fechado para elas?"},"content":{"rendered":"<p>A <strong>hist\u00f3ria da tecnologia<\/strong> \u00e9 marcada por mulheres muito importantes. Os primeiros algoritmos de computador, a conex\u00e3o wireless e o primeiro compilador para linguagens de programa\u00e7\u00e3o, por exemplo, foram algumas <strong>inven\u00e7\u00f5es femininas<\/strong> que revolucionaram e deram espa\u00e7o para outras inova\u00e7\u00f5es. Mas o curioso \u00e9 que o cen\u00e1rio atual \u00e9 completamente oposto: as mulheres programadoras s\u00e3o minoria e, embora o mercado se diga receptivo, ainda h\u00e1 uma participa\u00e7\u00e3o t\u00edmida delas em salas de aula e empresas.<\/p>\n<p>Enquanto <a href=\"https:\/\/projetoslayerup.com.br\/layerup\/mulheres-empreendedoras-os-desafios-e-as-inspiracoes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">o empreendedorismo feminino cresce<\/a>, assim como a participa\u00e7\u00e3o de mulheres em diversos segmentos, <strong>a tecnologia \u00e9 uma \u00e1rea que ainda apresenta grande disparidade<\/strong>, quando comparamos a participa\u00e7\u00e3o feminina e masculina. Na \u00e1rea de programa\u00e7\u00e3o, a presen\u00e7a deles se destaca em maior n\u00famero nos cursos superiores e nas empresas. Essa ideia n\u00e3o \u00e9 coisa que notamos no dia a dia, mas sim algo confirmado por diversas pesquisas.<\/p>\n<p>O \u00faltimo Censo do IBGE, divulgado em 2010, mostrou que apenas <strong>22% dos alunos eram mulheres nas turmas de ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>No mercado, elas s\u00e3o minoria tamb\u00e9m e representam apenas <strong>17% do total de programadores<\/strong>, de acordo com dados apresentados no evento \u201cPor um Planeta 50-50: Mulheres e meninas na ci\u00eancia e tecnologia\u201d, realizado pela Serasa Experian em parceria com a ONU Mulheres.<\/p>\n<div style=\"width: 100%; height: 0; padding-bottom: 56%; position: relative;\"><iframe loading=\"lazy\" class=\"giphy-embed\" style=\"position: absolute;\" src=\"https:\/\/giphy.com\/embed\/3o6fIU0LbZSTcNOmVq\" width=\"100%\" height=\"100%\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/giphy.com\/gifs\/snl-saturday-night-live-season-43-3o6fIU0LbZSTcNOmVq\">via GIPHY<\/a><\/p>\n<p>Mas o curioso \u00e9 que <strong>as mulheres programadoras foram a maioria nesse mercado um dia<\/strong>. Assim como falamos acima, elas criaram linguagens inovadoras e tecnologias de destaque. No Brasil, nos anos 1970, a primeira turma de Ci\u00eancias da<\/p>\n<p>Computa\u00e7\u00e3o do Instituto de Matem\u00e1tica e Estat\u00edstica (IME) da USP era formada por 70% de mulheres. Em um cen\u00e1rio mais recente, a universidade apontou que em 2016 apenas 15% dos alunos eram do g\u00eanero.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia se repetiu no <strong>mercado<\/strong>. Em 1984, as mulheres ocupavam cerca de 37% dos cargos em ci\u00eancias da computa\u00e7\u00e3o. J\u00e1 em 2011, os d\u00edgitos n\u00e3o passavam de 12%. A consequ\u00eancia \u00e9 agravante pois mostra que elas ficam de fora de uma das carreiras mais <strong>valorizadas<\/strong> do momento, que se desenvolve a cada dia, oferece melhores sal\u00e1rios e maior perspectiva de ascens\u00e3o de cargo.<\/p>\n<p>S\u00f3 que o problema n\u00e3o \u00e9 apenas a baixa participa\u00e7\u00e3o. Alguns estudos chegaram a mostrar que tamb\u00e9m existe <strong>pouca valoriza\u00e7\u00e3o<\/strong>. Uma pesquisa feita pelo GitHub, uma plataforma de hospedagem de c\u00f3digo-fonte, apontou que os c\u00f3digos escritos por mulheres s\u00f3 s\u00e3o melhor aceitos quando a autora n\u00e3o \u00e9 divulgada. Os n\u00fameros ficam assim: 78,6% de aceita\u00e7\u00e3o para elas e 74,6% para eles.<\/p>\n<p>J\u00e1 a Women In Tech mostrou que as mulheres ficam mais <strong>estagnadas no n\u00edvel b\u00e1sico da profiss\u00e3o<\/strong> que os homens. 46,1% das mulheres da ind\u00fastria est\u00e3o no n\u00edvel iniciante, enquanto apenas 25,9% dos homens sofrem com esse problema. Quando os profissionais s\u00e3o mais jovens, a desigualdade ainda existe, mas \u00e9 menor. 84,5% das mulheres entre 18 e 24 anos ocupam cargos iniciais, enquanto que para os homens a porcentagem \u00e9 de 77,3%, o que mostra uma tend\u00eancia de que as mulheres continuem a ocupar cargos j\u00fanior.<\/p>\n<h2><strong>Por que o mercado para mulheres programadoras \u00e9 pouco inclusivo?<\/strong><\/h2>\n<p>Depois dessa enxurrada de dados, deu para perceber que a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 longe de ser ideal, n\u00e3o \u00e9? Mas ela \u00e9 reflexo de um problema que \u00e9 bem mais complexo. Listamos alguns motivos abaixo:<\/p>\n<h3><strong>Cultura de que mulheres n\u00e3o se d\u00e3o bem com exatas<\/strong><\/h3>\n<p>Aquela ideia de que as mulheres n\u00e3o se d\u00e3o bem com <strong>exatas<\/strong> criou um efeito domin\u00f3 gigantesco. Desde a inf\u00e2ncia, os meninos s\u00e3o mais estimulados a desenvolver o racioc\u00ednio l\u00f3gico. Na escola, tamb\u00e9m \u00e9 comum ouvir que eles se d\u00e3o melhor em mat\u00e9rias como matem\u00e1tica e f\u00edsica. Tudo isso gera uma percep\u00e7\u00e3o de que os homens devem seguir nas carreiras que envolvem n\u00fameros e c\u00f3digos, enquanto as meninas devem seguir em profiss\u00f5es de humanas.<\/p>\n<p>Um exemplo cl\u00e1ssico que s\u00f3 vem mudando nos tempos de hoje \u00e9 a <strong>engenharia civil<\/strong>, \u00e1rea que sempre foi masculinizada e que apenas agora tem visto a participa\u00e7\u00e3o feminina crescer. Uma pesquisa encomendada pelo portal G1 indicou um crescimento ininterrupto da presen\u00e7a de mulheres na profiss\u00e3o de 2008 at\u00e9 2015, e que a tend\u00eancia \u00e9 permanecer neste ritmo.<\/p>\n<p>Agora, <strong>o desafio \u00e9 a tecnologia<\/strong>. Mas o efeito domin\u00f3 tem levado a um outro problema que \u00e9 a falta de refer\u00eancias femininas no mercado.<\/p>\n<h3><strong>Poucos modelos de inspira\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Como falamos, as mulheres programadoras existem, mas est\u00e3o em baixo n\u00famero e, muitas vezes, n\u00e3o s\u00e3o valorizadas. Por isso, durante muito tempo faltaram <strong>modelos femininos de destaque<\/strong> que inspirassem muitas mulheres a seguir na \u00e1rea. Alguns profissionais da tecnologia falam que existem poucas iniciativas que levem conhecimento \u00e0s mulheres de que a \u00e1rea \u00e9 receptiva e que esse tipo de trabalho n\u00e3o \u00e9 masculino. Mas aos poucos, felizmente, essa quest\u00e3o tem mudado, como voc\u00ea ver\u00e1 mais abaixo no post.<\/p>\n<h3><strong>Os modelos masculinos foram positivos?<\/strong><\/h3>\n<p>Aqui fica uma reflex\u00e3o: a <strong>invers\u00e3o de g\u00eaneros<\/strong> na tecnologia aconteceu aproximadamente nos anos 1980, na \u00e9poca em que os computadores pessoais se popularizaram e grandes l\u00edderes como Steve Jobs e Bill Gates despontaram. A partir de ent\u00e3o, o <strong>nome de mulheres programadoras come\u00e7ou a ficar cada vez mais raro<\/strong> no hall da fama do mundo da tecnologia.<\/p>\n<p>Essa coincid\u00eancia nos leva a um questionamento. Ser\u00e1 que essa invers\u00e3o de pap\u00e9is tem alguma liga\u00e7\u00e3o com o fato de que nessa \u00e9poca as principais inova\u00e7\u00f5es eram atribu\u00eddas aos homens? Se for, quais s\u00e3o os modelos delas?<\/p>\n<h2><strong>A hist\u00f3ria da tecnologia foi escrita por mulheres programadoras e not\u00e1veis<\/strong><\/h2>\n<p>Inicialmente, muitas meninas que entram na \u00e1rea costumam achar que a linha do tempo da tecnologia \u00e9 contada do ponto de vista dos homens que contribu\u00edram. Apesar de a <strong>hist\u00f3ria recente<\/strong> da tecnologia envolver mais l\u00edderes masculinos, a trajet\u00f3ria da computa\u00e7\u00e3o tem diversos pontos marcantes em que as <strong>mulheres foram protagonistas<\/strong>.<\/p>\n<p>Recentemente, entrou na lista de indicados ao \u00d3scar o filme \u201c<strong>Estrelas Al\u00e9m do Tempo<\/strong>\u201d, que coloca em primeiro plano tr\u00eas mulheres negras que trabalharam como \u201c<strong>computadores humanos<\/strong>\u201d na NASA. A tarefa delas era resolver equa\u00e7\u00f5es complexas, necess\u00e1rias para o sucesso de projetos astron\u00f4micos. A hist\u00f3ria revelou engenheiras e matem\u00e1ticas brilhantes, que foram pe\u00e7a-chave para a ida do primeiro americano ao espa\u00e7o.<\/p>\n<div style=\"width: 100%; height: 0; padding-bottom: 56%; position: relative;\"><iframe loading=\"lazy\" class=\"giphy-embed\" style=\"position: absolute;\" src=\"https:\/\/giphy.com\/embed\/xThtapzvqTGViWhwuA\" width=\"100%\" height=\"100%\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/giphy.com\/gifs\/foxhomeent-black-history-month-hidden-figures-xThtapzvqTGViWhwuA\">via GIPHY<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Al\u00e9m disso, vale lembrar que os primeiros programadores da hist\u00f3ria, na verdade, eram figuras femininas. Reunimos aqui algumas mulheres not\u00e1veis que abriram espa\u00e7o para inova\u00e7\u00f5es important\u00edssimas:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Ada Byron (Lady Lovelace)<\/strong><\/h3>\n<p>Ada Byron foi a <strong>programadora pioneira<\/strong> da hist\u00f3ria. Foi respons\u00e1vel por ter escrito o primeiro algoritmo a ser processado por uma m\u00e1quina no s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>O aparelho computava valores de fun\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas. Naquela \u00e9poca, ela tamb\u00e9m j\u00e1 era capaz de enxergar que a <strong>capacidade dos computadores<\/strong> poderia ir al\u00e9m dos c\u00e1lculos matem\u00e1ticos e processamento de n\u00fameros.<\/p>\n<h3><strong>Hedy Lamarr<\/strong><\/h3>\n<p>Hedy Lamarr era uma atriz com grande aptid\u00e3o para a tecnologia. Al\u00e9m de ficar conhecida por participar de filmes americanos, ela foi conceituada por ter sido uma <strong>brilhante inventora<\/strong>. \u00c9 atribu\u00edda a ela a cria\u00e7\u00e3o de um sofisticado <strong>aparelho de interfer\u00eancia em r\u00e1dio<\/strong> para despistar radares nazistas, que foi patenteado em seu nome.<\/p>\n<p>49% da patente da tecnologia foi adquirida, mais tarde, pela <strong>Ottawa Wireless Technology<\/strong>, empresa que criou conex\u00f5es como o Wi-Fi e CDMA.<\/p>\n<h3><strong>Grace Murray Hopper<\/strong><\/h3>\n<p>Grace Murray Hopper foi uma importante figura na programa\u00e7\u00e3o. Ela era <strong>analista de dados da marinha americana<\/strong> e criou a linguagem de programa\u00e7\u00e3o Flow-Matic, que serviu de base para a <strong>cria\u00e7\u00e3o do COBOL<\/strong> (Linguagem Comum Orientada para os Neg\u00f3cios).<\/p>\n<p>E tem uma curiosidade tamb\u00e9m. \u00c9 de autoria dela o <strong>termo \u201cbug\u201d<\/strong>, popular at\u00e9 hoje quando as pessoas se referem a falhas no c\u00f3digo-fonte. Grace Murray Hopper teria tido um problema em seu computador que tentou resolver sozinha. Ela percebeu que havia um inseto morto no computador.<\/p>\n<h3><strong>Edith Ranzini<\/strong><\/h3>\n<p>No Brasil, Edith Ranzini foi uma das quatro mulheres que contribu\u00edram com o projeto <strong>\u201cPatinho Feio\u201d<\/strong>, o primeiro computador desenvolvido no Brasil. O trabalho nasceu na Escola Polit\u00e9cnica da USP nos anos 1970. A professora tamb\u00e9m foi importante mais tarde na implanta\u00e7\u00e3o do curso de <strong>engenharia el\u00e9trica com \u00eanfase em computa\u00e7\u00e3o<\/strong> na institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h2><strong>O que pode ser feito para atingir a igualdade?<\/strong><\/h2>\n<p>Se um dia as mulheres j\u00e1 tiveram maior protagonismo na tecnologia e na programa\u00e7\u00e3o, \u00e9 porque esse mundinho tamb\u00e9m pertence a elas e essa realidade pode ser modificada. Mas para atingir o status ideal de igualdade, \u00e9 preciso que as empresas, os pr\u00f3prios funcion\u00e1rios e at\u00e9 a sociedade como um todo tomem algumas iniciativas. Listamos em t\u00f3picos algumas delas:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Metas:<\/strong> Trabalhar com metas \u00e9 a melhor forma de alcan\u00e7ar objetivos. Ent\u00e3o, \u00e9 interessante criar um prop\u00f3sito de compor pelo menos <strong>metade da equipe de mulheres programadoras<\/strong>.<\/li>\n<li><strong>Estimular a participa\u00e7\u00e3o:<\/strong> Para quebrar um paradigma, \u00e9 necess\u00e1rio arrega\u00e7ar as mangas desde cedo. Por isso, desde a inf\u00e2ncia devemos <strong>estimular o interesse por \u00e1reas relacionadas<\/strong>, se for o perfil da crian\u00e7a, para que ela considere a \u00e1rea da tecnologia com o mesmo peso das outras carreiras<\/li>\n<li><strong>Iniciativas<\/strong>: Al\u00e9m do apoio dos colegas de profiss\u00e3o, \u00e9 preciso que as pr\u00f3prias mulheres criem <strong>projetos e iniciativas<\/strong> que estimulem a presen\u00e7a feminina na programa\u00e7\u00e3o. Felizmente, hoje em dia, vemos cada vez mais esfor\u00e7os gerando resultados impressionantes na inclus\u00e3o de mulheres programadoras.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><strong>Iniciativas<\/strong><\/h2>\n<p>Se por um lado parece que ainda existe pouca procura pela \u00e1rea na \u00e9poca escolar e universit\u00e1ria, as poucas mulheres depois de formadas mostram bastante engajamento. Hoje, n\u00e3o \u00e9 raro encontrar projetos que estimulem a presen\u00e7a feminina na tecnologia.<\/p>\n<p>S\u00e3o iniciativas que envolvem<strong> grupos de debate, workshops, cursos e competi\u00e7\u00f5es de programa\u00e7\u00e3o<\/strong> que somam bastante \u00e0 experi\u00eancia das novas mulheres programadoras. Eles s\u00e3o inspiradores, veja s\u00f3:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Laboratoria:<\/strong> Curso dura seis meses, \u00e9 intensivo e presencial, com aulas de cinco horas de segunda a sexta. O projeto ensina linguagens como JavaScript, HTML, CSS, UX entre outras, e j\u00e1 foi reconhecido por desenvolvedores do Google, por Mark Zuckerberg e Barack Obama. Por mais que a iniciativa tenha nascido de uma mulher programadora latina, o projeto atua no Brasil, com sede na avenida Paulista.<\/li>\n<li><strong>Pyladies:<\/strong> Com mulheres, ou melhor, ladies espalhadas por todo o pa\u00eds, o Pyladies \u00e9 uma comunidade mundial que chegou ao Brasil para estimular as mulheres a entrar na tecnologia. O projeto ensina a linguagem Phyton para mulheres que ainda n\u00e3o conhecem a programa\u00e7\u00e3o. As oficinas s\u00e3o feitas de forma l\u00fadica e simples, para mostrar \u00e0s meninas todas as in\u00fameras possibilidades dos c\u00f3digos. Em parceria com a USP, o projeto levou tamb\u00e9m aulas para alunas do ensino m\u00e9dio.<\/li>\n<li><strong>Infopreta:<\/strong> Mulheres negras e de outras minorias realizam manuten\u00e7\u00e3o de computadores, suporte t\u00e9cnico, back-up e formata\u00e7\u00e3o, higieniza\u00e7\u00e3o, desenvolvimento de sites e aplicativos, consultoria sobre tecnologia e inova\u00e7\u00e3o, entre outros servi\u00e7os.<\/li>\n<li><strong>Women Up Games:<\/strong> Voc\u00ea sabia que a maior parte do p\u00fablico de games \u00e9 formado por mulheres? Pois \u00e9! O projeto promove a inclus\u00e3o de mulheres no mundo dos games e oferece palestras, eventos corporativos, campeonatos femininos e eventos de desenvolvimento de games.<\/li>\n<li><strong>Reprograma: <\/strong>Curso intensivo e gratuito, de 18 semanas em per\u00edodo integral, para mulheres que querem aprender programa\u00e7\u00e3o front-end, como linguagem HTML, CCS e Javascript. Tamb\u00e9m oferece bibliotecas e pr\u00e9-processadores como JQuery, Bootstrap e React, a mulheres que n\u00e3o estejam empregadas.<\/li>\n<\/ul>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Se voc\u00ea \u00e9 mulher e programadora, saiba que as portas da Layer Up estar\u00e3o <\/span><b>sempre abertas<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> para voc\u00ea. Principalmente para as <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">girls powers <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">que carregam a inova\u00e7\u00e3o em seu DNA!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Women\u2019s and Business Intelligence:<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Conhe\u00e7a o maior evento de Data Driven do Brasil e se destaque ainda mais no universo da programa\u00e7\u00e3o!<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/datadrivendecision.com.br\/?utm_medium=blogpost&amp;utm_source=site&amp;utm_campaign=mulheres-programadoras&amp;utm_content=cta\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-50653 size-full\" src=\"https:\/\/projetoslayerup.com.br\/layerup\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/04.-DDD-CTA_BLOGPOST.png\" alt=\"mulheres programadoras\" width=\"900\" height=\"350\" srcset=\"https:\/\/projetoslayerup.com.br\/layerup\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/04.-DDD-CTA_BLOGPOST.png 900w, https:\/\/projetoslayerup.com.br\/layerup\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/04.-DDD-CTA_BLOGPOST-300x117.png 300w, https:\/\/projetoslayerup.com.br\/layerup\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/04.-DDD-CTA_BLOGPOST-768x299.png 768w, https:\/\/projetoslayerup.com.br\/layerup\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/04.-DDD-CTA_BLOGPOST-389x150.png 389w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria da tecnologia \u00e9 marcada por mulheres muito importantes. 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