Você sabia que há a possibilidade de desenvolvimento de anemia em cães e gatos? A condição também afeta os nossos pets e pode ter sinais clínicos perceptíveis quando o quadro estiver avançado.
Saiba mais sobre o assunto no artigo e veja quando deve ficar em alerta!
A anemia se refere à redução da quantidade ou função dos glóbulos vermelhos (hemácias) no organismo dos pets. Como essas células são responsáveis pelo transporte de oxigênio e nutrientes para todo o corpo, suas funções ficam prejudicadas quando elas estão em baixa quantidade.
Essa condição gera diversos prejuízos para os animais, mas não é uma doença em si. Na verdade, ela indica a existência de um outro problema prévio de saúde.
Há diversas causas possíveis para o desenvolvimento de anemia em cães e gatos. Algumas delas são:
• Hemoparasitoses (causadas por parasitas que infectam as células sanguíneas e causam a sua destruição);
• Doenças inflamatórias e infecciosas;
• Doença renal crônica;
• Deficiência de um ou mais nutrientes essenciais, como o ferro, o zinco, a vitamina B12, o ácido fólico, entre outros.
De modo geral, independentemente do que motivou o quadro anêmico, os pets podem apresentar sinais clínicos muito parecidos em todos os casos. Confira quais podem ser a seguir!
Os indícios mais comuns de anemia em cães e gatos são:
• Mucosas pálidas;
• Apatia;
• Perda de apetite;
• Urina escura (nos casos em que a origem da anemia é por hemoparasitose ou outras doenças que causam destruição das hemácias).
Os sinais clínicos aparecem conforme a gravidade da complicação e, para ter o correto diagnóstico e descobrir a origem do problema, é necessário que o pet faça alguns exames complementares.
Ao identificar esses sinais clínicos, é preciso levar o animal ao Médico-Veterinário, que, por meio de um hemograma, vai classificar a anemia com base nos índices hematimétricos:
• VCM (Volume Corpuscular Médio), que avalia o tamanho médio das hemácias;
• CHCM (Concentração de Hemoglobina Corpuscular Média), que analisa a quantidade de hemoglobina presente dentro das hemácias.
Por meio dessa avaliação, é possível classificar a condição como:
• Anemia microcítica, normocítica ou macrocítica, de acordo com os valores de VCM;
• Anemia hipocrômica ou normocrômica, de acordo com os valores de CHCM;
Além disso, a determinação desses valores irá permitir classificar a anemia em discreta, moderada ou severa. Em seguida, com a confirmação do tipo de anemia, são feitos exames para descobrir, então, a causa e é elaborado um protocolo de recuperação específico para cada caso.
Não há um único tratamento para a anemia em cães e gatos, já que as causas da condição são variadas. Na presença de parasitas, por exemplo, será necessário administrar um antibiótico. Mas, de qualquer forma, a suplementação de alguns nutrientes para os pets pode promover a produção de hemácias.
Monitorar e suplementar também o ferro, mineral que compõe a hemoglobina; vitaminas do complexo B e zinco, responsáveis pela divisão celular e hematopoiese, além de elementos antioxidantes, como polifenóis, flavonoides e vitamina C, para manter a integridade das células sanguínea, será muito importante para permitir a recuperação da quantidade usual das células sanguíneas.
Considerando as principais causas de anemia em pets, a melhor forma de prevenir o problema é ter um acompanhamento veterinário frequente, com cuidado nutricional constante, para que ele não apresente deficiências, e manter um controle adequado de ectoparasitas.
Além disso, é muito importante seguir o protocolo de vermifugação estabelecido pelo Médico-Veterinário no seu amigo de quatro patas.
Veja, neste artigo, quando é hora de dar vermífugo para pet.
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