Uma rotina intensa de treinos aumenta o estresse oxidativo de cavalos atletas (ou seja, aumenta a produção das espécies reativas de oxigênio (ROS), também conhecidas como radicais livres). Esse excesso de radicais livres pode acarretar danos às membranas celulares e ao material genético do animal — prejudicando a sua saúde. Uma aliada na manutenção da homeostase e na prevenção desse dano é a suplementação de vitamina C para equinos.
Entenda melhor, no artigo, como esse nutriente age no organismo dos cavalos!
A vitamina C é um importante antioxidante para equinos. De modo geral, ela neutraliza radicais livres, impedindo que se liguem aos componentes celulares e causem danos.
Esse nutriente ainda atua na síntese de colágeno, na calcificação óssea e na absorção de outros elementos essenciais para o organismo do animal — como o ferro, o cálcio e o ácido fólico (vitamina B9).
A sua atuação ocorre em diferentes tecidos, mas, especialmente, no sistema respiratório.
Em contrapartida aos benefícios da sua presença no organismo, a deficiência de vitamina C em equinos pode ter como consequência:
Diferente dos humanos, o organismo dos cavalos é capaz de produzir a vitamina C. Uma enzima presente no fígado desses animais sintetiza este nutriente a partir da glicose. Essa produção pelo próprio organismo do animal é chamada de endógena.
Porém, em diversas situações, a sua capacidade de produção endógena não é suficiente para neutralizar os radicais livres — por exemplo, quando o animal está passando por processos patológicos ou alta demanda de esforço nos treinos, o que aumenta a produção desses componentes instáveis.
Em cavalos atletas, esse desequilíbrio entre a produção endógena de antioxidantes e a produção de radicais livres pode ocorrer em situações de estresse, durante:
Quando a demanda pela ação antioxidante é maior do que a capacidade do organismo dos animais de produzir vitamina C, a suplementação do nutriente é necessária.
A vitamina C é hidrossolúvel. Isso faz com que ela seja metabolizada e excretada muito rapidamente pelo organismo, ou seja, não se acumula em quantidade significativa. Por esse motivo, o seu consumo deve ser diário.
Entretanto, essa vitamina não costuma ser encontrada nos alimentos para cavalos. O feno, por exemplo, não possui nenhuma parcela desse elemento.
Como a vitamina C interage facilmente com o ambiente, é importante que ela seja administrada de modo a garantir sua estabilidade até a ingestão pelo animal. Este é o caso do Vita-vet C®, suplemento em pó da Vetnil, no qual o ácido ascórbico é buferizado.
O Vita-vet C® deve ser adicionado ao alimento na dose de 50g ao dia para equinos adultos, muares e asininos. Para potros e pôneis, a dose recomendada é de 10g ao dia.
Consulte sempre um médico-veterinário para planejamento da suplementação e garantia da saúde e bem-estar dos equídeos.
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