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financeiro – Simples Dental https://projetoslayerup.com.br/simplesdental O Maior Software de gestão odontológico da América Latina Thu, 13 Jun 2024 13:31:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/wp-content/uploads/2018/02/cropped-26196284_1268540683313584_9157541878800717496_n-32x32.png financeiro – Simples Dental https://projetoslayerup.com.br/simplesdental 32 32 Financiamento odontológico: vale a pena oferecer para pacientes? https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/financiamento-odontologico-vale-a-pena/ https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/financiamento-odontologico-vale-a-pena/#respond Tue, 27 Feb 2024 14:20:25 +0000 https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/?p=4030 O financiamento odontológico é uma das diversas formas de pagamento possíveis para você, dentista, dispor em seu consultório. E também agregar mais um diferencial competitivo de mercado à sua clínica.

Neste artigo, vamos falar sobre quais os principais motivos para considerar o financiamento odontológico como uma opção de pagamento. E qual a melhor forma para fazer isso dar certo. Boa leitura!

O que é o financiamento odontológico e como funciona?

O financiamento odontológico é uma modalidade de pagamento que busca ampliar a quantidade de parcelas que o paciente terá acesso ao aprovar um tratamento. Ou seja, se com o boleto e/ou cartão de crédito — meios de pagamento mais comuns — o paciente tem uma limitação de quantidade de parcelas em até 12x, com o financiamento odontológico é possível ampliar isso para 18x, 24x e até 36x, por exemplo.

O financiamento odontológico proporciona: acessibilidade financeira, aumento de receita, fidelização e relacionamento e competitividade

É claro que as condições e a forma de aderir ao financiamento podem ser diferentes, a depender do consultório odontológico e instituição financeira que vão disponibilizar essa condição. Mas, em geral, a ideia é fornecer maior versatilidade ao paciente e garantir a segurança do recebimento ao profissional da odontologia.

5 motivos pelos quais vale a pena oferecer o financiamento odontológico em sua clínica

Agora que falamos sobre o conceito do financiamento, vamos entender melhor por que vale a pena considerá-lo em seu consultório odontológico:

1. Ampliação da base de pacientes

Um dos pontos mais interessantes que o financiamento odontológico pode trazer é a ampliação da base de pacientes que uma clínica ou consultório têm. Isso acontece, principalmente, por ser um meio de pagamento diferente dos convencionais e oferecer maior acessibilidade para pessoas com as mais diversas condições socioeconômicas.

Imagem de um dentista fechando negócio com paciente

2. Melhor taxa de aprovação de orçamentos

Outro ponto bastante interessante é que quando o consultório dispõe do financiamento, tende a ter sua taxa de aprovação de orçamentos aumentada. Já que a forma de pagamento é um dos fatores de decisão de fechamento das propostas.

Tratamentos com alto valor agregado, que antes pareciam inviáveis por seu parcelamento ser limitado em até 12x, podem ser mais atrativos com a possibilidade de chegar em até 24x, por exemplo.

3. Possibilidade de fazer tratamentos que gosta mais

É normal que alguns dentistas gostem mais de realizar alguns procedimentos que outros por uma questão de gosto pessoal e identificação. Mas a limitação de meios de pagamento pode, muitas vezes, inviabilizar a sua venda.

Por isso, ter o financiamento odontológico pode contribuir para que o dentista se sinta mais à vontade fazendo aquilo que mais gosta em sua rotina.

➡ Odontologia estética: entenda mais da prática que vem transformando a odontologia!

4. Recebimento do tratamento garantido

Diferente de outras formas de pagamento — como boleto e transferências bancárias, por exemplo —, o financiamento odontológico traz consigo a segurança de que o dentista vai receber o valor do tratamento realizado, sem nenhum risco de inadimplência.

Isso porque a instituição financeira é quem se responsabilizará por receber o parcelamento do paciente. E o profissional da odontologia recebe seu valor à vista e integralmente.

Imagem representando a segurança que o financiamento odontológico proporciona

5. Aumento da receita do consultório

Como consequência de outros motivos citados aqui, trabalhar com o financiamento odontológico traz um aumento de receita e previsibilidade maior ao consultório ou clínica. Isso acontece até por conta do aumento da base de pacientes e a possibilidade de vender tratamentos mais caros.

Assim, o ticket-médio tende a aumentar, assim como o faturamento, a sua receita e o seu sucesso.

➡ Controle financeiro empresarial: 4 passos para ter uma clínica odontológica saudável

Como utilizar o financiamento odontológico de forma segura?

Apesar de ter bons motivos para ser implantado, o financiamento odontológico é uma modalidade de pagamento que envolve transações de valores significativos. Portanto, precisa ter ao seu lado parceiros confiáveis que ajudem com todo o restante e deixar seu Financeiro organizado.

Simplifique sua gestão financeira com o Simples Dental

O Simples Dental é o maior software da América Latina, e, como tal, possui ferramentas para todas as áreas da gestão odontológica, incluindo a financeira.

Algumas das principais funcionalidades envolvem o fluxo de caixa e comissionamento, emissão de boletos, maquininha de cartão integrada, entre outras.

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8 em cada 10 brasileiros estão endividados. Como driblar a inadimplência na sua clínica odontológica? https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/brasileiros-endividados-inadimplencia-odontologia/ https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/brasileiros-endividados-inadimplencia-odontologia/#respond Tue, 20 Feb 2024 18:38:48 +0000 https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/?p=4002 A inadimplência segue sendo um forte problema no país. De acordo com dados de uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva em parceria com a MFM Tecnologia, a cada dez brasileiros, oito estão endividados. Outros estudos reforçam essa informação. Dados da CNC (Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo), divulgados em setembro de 2023, apontam que 77,4% da população tinha dívidas no mês anterior. A mesma pesquisa mostrou que a porcentagem de brasileiros que afirmaram não ter dinheiro para pagar dívidas alcançou o maior percentual desde 2010.

O valor médio da dívida dos brasileiros atingiu R$ 1.388,41

Esse cenário deve servir de alerta para quem atua na odontologia. Afinal, considerando a média salarial do brasileiro, muitas vezes os custos de tratamentos odontológicos não são acessíveis a todos. 

Enquanto o salário mínimo atual tem o valor de R$ 1.412, mesmo os tratamentos mais baratos da Odontologia (como uma restauração mais simples) serão dificilmente encontrados por menos de R$150, o que já representa mais de 10% desse salário. 

Mesmo assim, por estarem inseridos na área da saúde, dentistas podem receber pacientes que precisam de tratamentos emergenciais, mesmo estando “apertados” financeiramente.

Taxas de inadimplência de pacientes de clínicas e consultórios odontológicos

Prova da relevância desse assunto para o mercado odontológico é que, segundo o relatório anual mais recente do Grupo TOMAZ, a média nacional de inadimplência de pacientes de clínicas e consultórios odontológicos no Brasil é de 6,7%

Veja as taxas também por região:

Taxa de inadimplência mostrada por região: norte (5%), nordeste (10%), centro-oeste (6%), sudeste (9%) e sul (3,5%)

6 práticas essenciais para evitar a inadimplência 

Desse modo, se você é um profissional da odontologia e quer driblar a inadimplência, é possível adotar algumas estratégias que podem te apoiar nessa missão. Separamos cinco delas:

1. Seja empático(a), mas não descuidado 

Reconhecer e compreender as necessidades individuais de cada paciente é uma parte fundamental da prestação do serviço da odontologia — inclusive quando o assunto é a condição financeira deles. 

Porém, tenha cuidado. Antes de oferecer condições especiais é essencial avaliar os casos com cuidado, garantindo que elas não comprometam a sustentabilidade da clínica

2. Determine boas opções de pagamentos 

Você já deve saber que oferecer opções variadas de pagamento pode ajudar a fazer com que a situação financeira de um paciente não seja um impeditivo para o acesso dele aos cuidados odontológicos. Isso é positivo também para clínicas porque permite que elas alcancem mais pessoas.

Mas, mais uma vez, reforçamos que essas opções devem ser escolhidas com cuidado para serem realmente seguras para o negócio. Bons exemplos são o parcelamento por cartão de crédito e o financiamento de tratamentos. 

3. Use contratos 

Para que você tenha total segurança sobre como proceder em caso de inadimplência, é muito importante que você adote contratos que oficializem o que será feito em cada paciente e as regras de pagamento. Esse tipo de documento pode ajudar muito caso seja necessário entrar na justiça. 

Atualmente, existem ferramentas que permitem que esses contratos sejam feitos até mesmo de forma online, com assinatura eletrônica que tem validade jurídica.  Busque opções confiáveis e facilite esse processo. 

4. Faça um acompanhamento frequente

Assim, ter controle total sobre o financeiro da sua clínica ou consultório é crucial para evitar problemas de inadimplência e pode ser encarado até como uma ação preventiva

Entre as vantagens, o controle financeiro permite uma visão mais completa sobre as datas de recebimento de pagamentos e de que forma esse dinheiro pode ser utilizado no futuro. 

Também é essa clareza sobre a própria receita que vai permitir que você estabeleça com mais tranquilidade as formas de pagamento e condições para cada tratamento.

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5. Analise o perfil de crédito do paciente

A análise de crédito dos pacientes também é uma boa prática para evitar inadimplência, principalmente tratando-se de novos pacientes, aqueles com quem o dentista não tem nenhum histórico de pagamento.

Essa prática deve avaliar a capacidade financeira do paciente de cumprir com seus compromissos de pagamento pelos tratamentos odontológicos, por meio de uma pontuação de 0 a 1.000.

Implementar essa prática antes de procedimentos de alto custo não só protege a clínica contra perdas financeiras, mas também contribui para uma relação mais transparente e confiável entre o profissional e o paciente.

6. Organize cobranças 

Por fim, estabelecer datas regulares para acompanhar a situação financeira dos pacientes também é fundamental. Isso pode até ajudar a identificar comportamentos pouco comuns de determinada pessoa, notar dificuldades e, se possível, propor acordos para pagamentos. 

Contudo, é preciso considerar que, em alguns casos, pacientes podem simplesmente esquecer de realizar um pagamento em meio a correria do dia a dia. 

Felizmente, já existem sistemas que podem automatizar o acompanhamento e enviar alertas automáticos sobre pagamentos pendentes ou próximos vencimentos. Essa abordagem proativa não apenas simplifica a gestão financeira da clínica, mas também fortalece a comunicação entre a clínica e os pacientes, resultando em relações mais sólidas e transparentes.

Confira como o Simples Dental ajuda a diminuir a inadimplência em clínicas e consultório

O que fazer se o paciente não pagar?

Em suma, mesmo com um controle cuidadoso, é possível que situações de inadimplência ocorram. Nesses casos, é possível proceder da seguinte forma:

Conversar, formalizar, negociar e aprender com isso são algumas formas de lidar com a inadimplência
  • Converse e mantenha uma postura educada: chame seu paciente para conversar de forma respeitosa e compreensiva. Assim, entenda os motivos por trás do atraso no pagamento e explique as consequências. Manter uma postura educada pode abrir caminho para soluções amigáveis.
  • Formalize a cobrança: se o pagamento não ocorrer a partir da comunicação inicial, formalize a cobrança. Então, envie notificações por escrito detalhando o valor devido, datas de vencimento e possíveis multas. Isso cria mais um registro documentado da situação.
  • Negocie: com isso, esteja aberto à negociação, mostrando ao paciente que você também quer ajudá-lo. Pode ser possível chegar a uma solução que beneficie ambas as partes, evitando ações mais drásticas.
  • Ação jurídica: se todas as tentativas amigáveis falharem, finalmente, recorra a ação jurídica, que ela pode ser necessária. Consulte um profissional especializado em questões odontológicas para orientação sobre os passos legais disponíveis e até, se necessário, o processo judicial. 
  • Aprenda com isso: finalmente, lembre-se que esse tipo de situação pode servir como aprendizado. Para isso, olhe para os acontecimentos e busque insights que te ajudem a avaliar as políticas de pagamento, reforçar as medidas preventivas e otimizar os processos internos para evitar inadimplências futuras. 

Conte com uma ferramenta prática de análise de crédito

Como você deve ter notado, uma das formas de evitar a inadimplência é a adoção da análise prévia de crédito antes de fechar negócio com pacientes. Mas, como essa é uma prática que consome tempo e exige diversos passos, acessando a diferentes sites e cadastros, a maioria dos dentistas não aplica.

Pensando nisso, o Simples Dental trouxe ao mercado o seu mais novo lançamento: a Análise de Crédito facilitada, que você pode fazer em poucos segundos e dentro do próprio software.

Para saber mais sobre esse lançamento, fizemos um artigo completo sobre o assunto. Acompanhe:

Anúncio do Simples Dental para ler artigo sobre análise de crédito.
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Quanto ganha um dentista com consultório próprio? Descubra! https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/quanto-ganha-dentista/ https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/quanto-ganha-dentista/#respond Wed, 22 Feb 2023 19:37:42 +0000 https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/?p=2865 Descubra quanto ganha um dentista com consultório próprio e o que você pode fazer para começar com o pé direito a empreender em odontologia!

O salário de um dentista com consultório próprio é uma das dúvidas mais comuns entre quem acabou de se formar ou está pensando em ser autônomo. E essa é uma pergunta difícil de responder, porque depende de muitas variáveis. 

Especialização escolhida, qualidade dos materiais, região e localização, visibilidade digital, quantidade de pacientes atendidos por mês, custos com a manutenção do consultório, parcerias… 

É muita coisa que precisa ser pensada e colocada na balança, mas entender cada fator é um bom começo para escolher o melhor caminho para faturar mais

Um dos lados positivos é que quando você pensa em quanto ganha um dentista com consultório próprio não há limites. Por isso é muito importante analisar cada possibilidade e definir os critérios que você pretende seguir. 

Quanto custa um dentista?

Vamos ser sinceros: a faculdade de odontologia não é para fracos. São em média cinco anos de uma carga pesada de estudos só para a graduação, sem falar em especializações, qualificações, estágios, cursos extracurriculares e por aí vai. Mas as recompensas podem superar – e muito! – todas as dificuldades.

No estágio, por exemplo, a média salarial é de R$1.900 mesmo em áreas  diferentes (ortodontia, implantodontia, odontopediatria e dentista clínico-geral no serviço público, por exemplo) de acordo com a Unic

Só que a partir daí a coisa muda um bocado. De acordo com a mesma fonte, um diretor de ortodontia da iniciativa privada, por exemplo, tem um salário médio de R$40 mil. Então tudo o que você precisa é de um bom planejamento estratégico para a sua carreira.

Mas, como diz a Kamila Luz, uma verdadeira guia para quem está começando na profissão, infelizmente a carreira de dentista não vem com manual, e ela mesma aprendeu muito “no susto”. 

E agora ela passa adiante seu aprendizado para ajudar quem é recém-formado a desvendar com mais facilidade os caminhos da odontologia. E seus toques são muito importantes para entender, por exemplo, quanto ganha um dentista com consultório próprio.

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Saiba qual é a média salarial do dentista

De qualquer forma é importante saber que o salário do dentista é regulamentado por lei federal. De acordo com o art. 5° da Lei n.º 3.999/61, o salário mínimo do cirurgião-dentista tem que ser três vezes o valor do salário mínimo vigente para uma carga horária de 20 horas semanais. 

Vale lembrar que o piso salarial é definido como padrão para a iniciativa privada, porque os cargos públicos seguem outro regime de remuneração. Já no site Salário.com a média salarial fica em cerca de R$5,9 mil e o teto salarial em R$12,3 mil, também levando em conta profissionais em regime CLT em todas as regiões do país.

Então é possível perceber que não tem como definir quanto ganha um dentista com consultório próprio, porque ele tem a possibilidade dele mesmo definir seu pró-labore – e aumentar a rentabilidade da clínica progressivamente através de novos serviços, parcerias, etc.

Saiba fazer suas escolhas

Essas escolhas, aliás, fazem uma diferença incrível. A Kamila Luz, por exemplo, dá um toque importante para quem pensa em trabalhar com convênio: não baixar o preço dos procedimentos. 

“Pense em você e também no paciente. Se você diminuir o preço, vai ter que usar materiais inferiores, fazer tudo mais rápido… Se não, a conta não vai fechar. Coloque na balança, vale a pena?”, diz. E completa: “Gaste energia procurando o seu paciente ideal e não tentando se encaixar no “bolso” do paciente que aparecer!”, ensina.

Mas tem uma questão importante na hora de pensar quanto ganha um dentista com consultório próprio: a especialização escolhida.

Especialidades odontológicas mais bem remuneradas

Como em qualquer profissão, na odontologia algumas especializações são mais bem remuneradas do que outras. E isso também acontece por vários motivos, que vão das tecnologias empregadas às tendências da sociedade, quantidade de profissionais, procura do mercado, etc.

Veja cinco das que são mais bem remuneradas no Brasil, com os ganhos segundo o Salário.com.

Ortodontista

É o especialista que se dedica a estudar e corrigir a posição dos dentes e dos ossos maxilares posicionados de forma inadequada – R$12.087,29.

Odontopediatria

É o dentista especializado em cuidar da fala, mastigação e preservação dos dentes de leite das crianças – R$4.710,90.

Endodontista

Esse especialista diagnostica e trata lesões, fraturas e cáries ligadas aos nervos, às raízes e às polpas dos dentes através de cirurgias de maiores complexidades – R$4.689,00

Bucomaxilofacial

É o cirurgião-dentista, a especialidade mais generalizada da odontologia. São os profissionais mais generalistas, com um amplo panorama de atuação – R$4.596,37.

Implantodontista

É o especialista que trabalha com a reabilitação da arcada através da colocação de implantes dentários – R$4.281,69.

O que é mais vantajoso para um médico iniciante?

Ao procurar saber quanto ganha um dentista com consultório próprio você precisa pensar também em quais as opções de atuação no mercado e qual delas melhor se encaixa no seu perfil profissional.

Há três modelos à sua escolha, cada um com suas regras tributárias. Por isso é importante entender como cada um funciona e quais os impostos para dentistas antes de decidir por um deles, já que a carga tributária também impacta quanto ganha um dentista com consultório próprio.

CLT

É quando o dentista trabalha em clínica ou consultório de terceiros, geralmente com pessoas mais experientes para continuar aprendendo na prática até abrir seu próprio consultório. 

Nesse caso ele está incluso na Consolidação das Leis Trabalhistas, o chamado regime CLT, cuja remuneração é regida pela lei federal n.º 3.999/61. Nesse caso, a alíquota do INSS já é retida na fonte.

Autônomo

É o dentista que abre seu próprio consultório, mas permanece como pessoa física (PF). A tributação, nesse caso, é feita através da declaração de Imposto de Renda (IRPF) e é preciso recolher o INSS autônomo, limitado ao teto de 20% sobre o salário de contribuição.

Empreendedor/PJ

Nesse modelo o dentista abre seu próprio consultório como pessoa jurídica (PJ), ou seja, com um CNPJ, tornando-se um empreendedor. 

Mas atenção, porque o dentista não pode ser MEI, então ele deve se enquadrar em uma das três opções de regime tributário: o simples nacional, o lucro presumido e o lucro real. Os dois primeiros os mais comuns na área.

Nesse caso ele se torna um empresário de odontologia, aumentando o valor de quanto ganha um dentista com consultório próprio.

Nessa categoria estão também as franquias, um modelo de negócio já testado e comprovado, além de ser bastante conhecido pelos consumidores. Como franqueado o dentista empreendedor recebe todo o auxílio da franqueadora, da escolha do local até o modelo de marketing adotado pela franqueadora. 

O prazo médio de retorno costuma ser de 24 meses, com investimentos iniciais que variam entre R$24 mil e R$400 mil. O faturamento mensal pode ser superior a R$200 mil, dependendo da franquia escolhida.

O que o dentista precisa para empreender

Antes de mais nada é preciso escolher o modelo de negócio que mais tem a ver com o seu perfil de profissional. Mas fique atento, porque empreender em odontologia demanda tanto responsabilidades sociais (biossegurança, atendimento humanizado, aparência, etc) quanto profissionais (tudo o que é obrigatório por lei e pelo conselho federal e regionais).

Afinal, um consultório de odontologia é uma empresa como outra qualquer, então é muito importante que o dentista esteja atento às finanças, de forma a potencializar o quanto ganhará com consultório próprio.

Por outro lado, é preciso investir em tecnologia, com ferramentas que otimizem e facilitem a rotina no consultório, ao mesmo tempo em que dão mais segurança para seus pacientes. Ferramentas como os odontogramas digitais, por exemplo, ajudam a diagnósticos mais assertivos, fidelizar pacientes e até a transformar orçamentos em vendas consolidadas. 

Dicas para abrir um consultório

Para aumentar o valor de faturamento, não tem receita de bolo, mas você pode seguir algumas dicas básicas de como abrir um consultório que vão potencializar seus ganhos desde o primeiro dia.

Uma delas é investir em um bom planejamento de marketing, aumentando a visibilidade da sua clínica. Como diz Kamila Luz, “o seu posicionamento diz tudo sobre como você será lembrado. Então, escolha se posicionar do jeito certo!”.

Segundo ela, quanto antes você começar a informar seus seguidores, mais eles lembrarão que você é um dentista:

“Seja um profissional que leva informação útil para todos, com o objetivo de conscientizá-los e de ficar na cabeça deles, é claro!”.

Além disso, não esqueça também de pensar se vai dar conta sozinho ou se vai precisar contratar mais pessoas, como uma secretária ou auxiliar de dentista. Afinal, seus colaboradores também impactam no quanto você ganhará.

Aproveite as dicas e acredite no seu potencial!

Ou seja, quanto um dentista com consultório próprio ganha, só vai depender de você! Então cerque-se de ferramentas tecnológicas de um bom software odontológico que te ajudam a otimizar sua rotina e a oferecer uma experiência encantadora aos pacientes. 

E fique ligado nas dicas de quem já passou por isso e se tornou um sucesso, como a nossa querida Kamila Luz

Aproveite para experimentar gratuitamente o Simples Dental e comece com o pé direito!

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Organização financeira para dentistas: 7 dicas infalíveis (+1 Bônus) https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/organizacao-financeira-dentistas/ https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/organizacao-financeira-dentistas/#respond Wed, 22 Feb 2023 19:17:56 +0000 https://projetoslayerup.com.br/simplesdental/?p=2859 Com essas 7 dicas você vai melhorar as finanças do seu consultório e multiplicar sua lucratividade como dentista!

Ao abrir seu consultório próprio muitas vezes o dentista não está preparado para o que vem a seguir: lidar de forma eficiente com as finanças. Afinal, a clínica é uma empresa de saúde – mas ainda assim uma empresa. E, como qualquer outra, precisa ter uma boa saúde financeira para manter a sua sustentabilidade. 

Mas como conciliar atendimentos, controle de estoque, fluxo de caixa, precificação, comissionamento, captação de pacientes e gestão de pessoal quando a faculdade não oferece nenhuma base administrativa? 

Porém o que parece complicado não precisa ser um bicho de sete cabeças. Há pelo menos 7 dicas que podem tornar todo esse processo menos estressante e muito mais eficiente.

1. 7 dicas infalíveis para gerir as finanças do consultório

Para o dentista otimizar as finanças do consultório é preciso buscar soluções que descompliquem a gestão e agreguem valor aos processos. E é isso o que você vai encontrar nessas 7 dicas:

1 – Separe as despesas

Especialmente em consultórios pequenos, pode até parecer mais prático manter apenas uma conta para tudo, mas é fundamental separar as despesas pessoais das despesas da clínica para ter um controle financeiro eficiente.

A dica, então, é estabelecer um pró-labore que você ache justo e fazer essa retirada do caixa apenas uma vez por mês.

Segundo o mentor em Gestão e Vendas para Dentistas Fernando Trigueiro, “misturar os financeiros passa uma falsa impressão de equilíbrio no caixa. De acordo com ele, mesmo sendo dono do consultório, o dentista precisa se pagar como executor. 

Esse pro-labore, então, pode ser uma quantia fixa ou um percentual, como 40% para ele pagar suas contas pessoais e os 60% restantes para as contas da clínica. “Se o consultório conseguir pagar suas contas com os 60%, então é uma empresa sustentável”, afirma. 

2 – Saiba o valor da hora clínica

Outro ponto importante é saber o valor da sua hora clínica, ou seja, o custo por hora de seu consultório. Para descobrir, é simples: calcule os custos fixos (água, luz, aluguel, condomínio, etc) divididos pelas horas disponíveis para atendimento.

Para não ter erro, some todas as cadeiras, descontando em média 5% para faltas e 10% para os períodos de ociosidade. Assim o dentista chega a um valor adequado para ser cobrado de seus pacientes (precificação) e ainda consegue ter um controle maior sobre gastos, despesas e o uso de equipamentos.

Incluir vídeo com o título: 

Como precificar corretamente os procedimentos odontológicos 

3 – Lucro bruto X lucro líquido

Entender a diferença entre lucro bruto e lucro líquido é importante para ter as finanças do consultório bem controladas, porque o ganho total de uma empresa não corresponde ao lucro bruto dela. E com a clínica odontológica acontece a mesma coisa. 

Se o dentista se ater apenas aos ganhos totais esquecendo que há custos por trás de todos esses ganhos, ele não terá um conhecimento real da situação financeira do consultório.

Então o lucro bruto é a diferença entre sua receita total com os serviços prestados e os custos para manter o seu consultório funcionando. Você acha o lucro bruto do seu consultório por essa fórmula: lucro bruto = receitas totais – custos.

Olha só esse exemplo. Digamos que você realizou um serviço que custou R$1.000 e os gastos com materiais e mão de obra chegaram a R$400 reais. Então, ao final, houve um lucro bruto de R$600. 

E para encontrar a  margem de lucro bruta (percentual da relação receitas e custos), basta fazer a fórmula: margem de lucro bruta = (lucro bruto / receitas totais) x 100.

Agora, o lucro líquido é o dinheiro que efetivamente fica para a clínica. Ou seja, a diferença entre a receita total (tudo que foi recebido) e o custo total da empresa (que é a soma de todas as despesas): lucro líquido = receita total – custos totais.

Então digamos que você realizou um serviço que gerou a receita total de R$1.000 e os custos totais chegaram a R$600. Considerando todos os custos fixos e variáveis, o lucro após abater todas as despesas e arcar com os compromissos é de R$400. 

Então, a fórmula para encontrar a margem de lucro líquido é: margem de lucro líquido (percentual) = (lucro líquido / receitas totais) x 100.

4 – Gerencie seus gastos

Você tem certeza de que tudo o que sua clínica consome é realmente necessário? Não há substituições que podem ser feitas e que podem gerar um gerenciamento de finanças mais eficiente? 

Fique atento porque você vai descobrir que vários gastos são supérfluos, desnecessários. A papelada, por exemplo, gera uma quantidade imensa de gastos que não precisam existir (impressoras e insumos, energia elétrica, armários/arquivos, etc) e pode ser totalmente substituída por um bom software online.

5 – Não deixe de negociar

Manter o hábito da negociação pode melhorar o controle das finanças do seu consultório. E há várias formas de fazer isso:

5.1 – Impostos

Você já deve saber que o Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo. E o dentista tem vários impostos que precisa pagar no consultório, mas é possível evitar gastos desnecessários com multas, juros e outras sanções.

Então esteja sempre atento aos prazos para evitar encargos extras. A dica é não deixar para em cima da hora, pagando sempre antecipadamente e à vista. Assim você mantém a legalidade da clínica e ainda economiza.

5.2 – Fornecedores

É preciso manter a sustentabilidade do consultório, mas os procedimentos odontológicos não são reajustados com a mesma velocidade que os insumos. Então, o jeito é negociar com seus fornecedores, seja pedindo descontos, seja ampliando o prazo de pagamento – sem abrir mão da qualidade dos materiais. 

5.3 – Pacientes

Outro ponto importante é manter uma política para evitar a inadimplência dos pacientes. Adote formas de cobrança simpáticas e eficientes, como lembretes automáticos antes da data de vencimento, por exemplo. Um bom software pode automatizar mensagens personalizadas otimizando a rotina.

Estipule multas e juros para o caso de o paciente perder a data de pagamento. Use taxas justas, mas use. Outro ponto importante é oferecer a chance de pagar com cartão de crédito:

“Não dá para não aceitar cartão em um consultório odontológico. Quer dizer, até dá, você pode não aceitar se você quiser ficar refém de vender apenas tratamentos mais baratos”, afirma Trigueiro. 

Para ele, outra, a adoção de boleto parcelado é uma ótima forma de vender mais, por exemplo. Segundo ele, oferecer essa opção pode aumentar bastante o número de indicações. 

A dica é escolher apenas duas datas de corte para os vencimentos, fazer um contrato assinado e utilizar um bom software de gestão odontológica para oferecer essa forma de pagamento.

&nbsp6 – Aquisições que geram retorno

É sempre importante manter seu consultório bem equipado e alinhado às principais tendências do mercado. Mas é preciso haver uma gestão de compras otimizada, com práticas estratégicas que gerem redução dos custos operacionais da clínica.

Assim, opte por aquisições que gerem retorno e sejam verdadeiros investimentos, agregando valor aos seus serviços e criando diferenciais de atendimento e controle das finanças.

&nbsp7 – Tome decisões com base em dados concretos

No mercado odontológico atual não há mais lugar para decisões baseadas em achismos. Mesmo que você já seja um dentista experiente, consolidado no mercado, perde competitividade para as clínicas que baseiam suas tomadas de decisão em dados reais.

Hoje é possível contar com uma quantidade incrível de informações que permitem uma definição de metas mais eficiente e uma análise de resultados mais estratégica. 

Faltas e desmarcações, inadimplência, primeiras consultas, ticket médio e fluxo de caixa são alguns dos indicadores mais importantes para o seu consultório.

2. DICA BÔNUS: Software de gestão e controle financeiro

Essas são sete dicas infalíveis para melhorar as finanças do seu consultório odontológico, mas a nossa dica bônus é a melhor de todas: ter um bom software online de gestão e controle financeiro para dentistas.

Com SMS e WhatsApp integrados você pode lançar campanhas automatizadas lembrando das datas de pagamento, por exemplo, além de criar lista de pacientes inadimplentes para não esquecer nenhuma conta.

Além disso, um bom software online para dentistas descomplica a gestão financeira do consultório, facilitando a visão do fluxo de caixa e oferecendo indicadores que vão permitir tomadas de decisões muito mais assertivas, com base em dados reais. 

Tudo isso e muito mais você encontra no Simples Dental, o maior software odontológico da América Latina e que você pode experimentar gratuitamente agora.

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